ROI de viagens corporativas é o indicador que relaciona o valor gerado por um deslocamento de negócios ao custo total envolvido, permitindo que empresas tratem cada viagem como um investimento estratégico e não apenas como uma despesa a controlar.
Muitas empresas sabem exatamente quanto gastam com viagens, como com passagens, hospedagem, alimentação e transporte local. O que raramente aparece é o retorno gerado por cada um desses deslocamentos. Esse é o gap que torna o ROI de viagens corporativas um dos indicadores mais estratégicos e, ao mesmo tempo, mais negligenciados na gestão financeira corporativa.
Para o gestor que precisa defender o orçamento de viagens internamente, a ausência de dados sobre retorno é um problema real. Sem números que conectem os deslocamentos a resultados de negócio, qualquer discussão sobre orçamento vira um campo aberto para cortes sem critério.
Para solucionar a questão, este artigo traz um método prático para medir e melhorar o ROI de viagens corporativas, com indicadores, exemplos e orientações que você pode aplicar na sua operação. Aproveite a leitura!
Para levar em conta
- Medir o ROI exige equilibrar os custos totais do deslocamento com indicadores de retorno específicos para cada tipo de viagem.
- Definir o objetivo e os indicadores de retorno antes de aprovar uma viagem corporativa é fundamental para que o cálculo de ROI seja possível.
- Calibrar limites de políticas internas com base nos benchmarks de preços praticados no mercado evita tanto despesas excessivas quanto exceções constantes.
- Evitar compras de última hora e reservas fora das políticas estabelecidas é essencial para conter o custo médio dos deslocamentos e proteger a margem de retorno de cada viagem.
- A apuração do retorno financeiro deve continuar após o retorno do viajante, permitindo avaliar se as metas da viagem foram atingidas e identificar melhorias para os próximos deslocamentos.
O que é ROI de viagens corporativas?
O ROI de viagens corporativas é a relação entre o retorno gerado por um deslocamento e o custo total investido nele. A sigla vem do inglês “Return on Investment” e, no contexto corporativo, representa a capacidade de esse deslocamento gerar valor mensurável para o negócio.
Esse valor vai muito além da economia de custos, já que uma viagem corporativa pode:
- gerar receita direta com o fechamento de um contrato;
- preservar uma carteira de clientes estratégicos;
- acelerar um projeto que estava parado há semanas;
- fortalecer um relacionamento comercial que resulta em novas oportunidades meses depois;
- entre outros pontos.
Assim, encarar as viagens apenas como despesa a ser minimizada é perder de vista o que elas de fato entregam.
Como referência, um estudo da GBTA (Global Business Travel Association), divulgado em 2025, indica que para cada dólar investido em viagens corporativas, empresas norte-americanas geram em média US$ 14,60 em margem operacional líquida. Ainda, um aumento de 8,3% nos gastos com viagens corporativas poderia resultar em 6% de crescimento em vendas.
Isso não significa que todas as viagens geram retorno. Porém, viagens bem geridas são uma alavanca de crescimento e não um centro de custo a ser eliminado.
Por que medir o ROI das viagens é cada vez mais importante?
Os departamentos financeiros mudaram sua forma de olhar para as viagens corporativas. Se antes o foco estava no controle de gastos, hoje a pressão é por resultado. Mais que saber quanto custou, CFOs e lideranças querem saber o que cada deslocamento entregou.
Essa mudança é estrutural, até porque o mercado global de viagens corporativas movimenta volumes expressivos. No Brasil, o setor registrou uma movimentação mensal recorde de R$ 18,2 bilhões em março de 2026, segundo dados da ALAGEV, um aumento de 4,1% em relação ao mesmo período de 2025. Governar esse montante com eficiência exige indicadores claros de retorno, em vez de apenas relatórios de despesas.
Três movimentos explicam por que medir o ROI de viagens corporativas virou prioridade nas organizações.
Mais pressão por eficiência financeira
O aumento dos gastos com viagens não veio acompanhado de maior tolerância orçamentária. CFOs e controladoria passaram a exigir que cada deslocamento tenha justificativa financeira. Viagens concorrem diretamente com reuniões virtuais e o gestor que não consegue demonstrar o diferencial do contato presencial perde espaço na discussão de orçamento.
Maior necessidade de justificar investimentos
Aprovar um orçamento de viagens sem dados concretos de retorno ficou cada vez mais difícil. O gestor financeiro que apresenta uma análise de ROI estruturada, com indicadores definidos antes da viagem e resultados mensurados depois, tem muito mais segurança para defender investimentos e sustentar a estratégia de deslocamentos ao longo do ano.
Decisões baseadas em dados
A gestão de viagens que opera por urgência, aprovação informal e controle posterior não entrega previsibilidade. Empresas que medem o ROI de viagens corporativas de forma sistemática conseguem identificar quais tipos de deslocamentos geram mais valor, quais rotas têm maior retorno e quais perfis de viajante utilizam o orçamento com mais eficiência. Esse repertório sustenta decisões melhores ao longo do tempo.
[Diagnóstico interativo] Sua empresa já tem processos definidos para medir o retorno das viagens? Faça o nosso Diagnóstico de Maturidade e descubra onde estão as principais lacunas na sua gestão de viagens corporativas.
Quais KPIs ajudam a medir o ROI das viagens corporativas?
Não existe um único KPI capaz de capturar o retorno de todas as viagens corporativas. Uma viagem comercial tem objetivos diferentes de uma viagem para treinamento, implantação, relacionamento ou auditoria, por exemplo. Por isso, os indicadores precisam ser escolhidos de acordo com o propósito do deslocamento.
A lógica mais eficiente é combinar métricas de retorno com métricas de custo. Dessa forma, a empresa constrói uma visão completa do investimento: o que foi gasto, o que foi gerado e se a proporção faz sentido para o negócio.
KPIs de retorno
Os indicadores de retorno medem o valor gerado pela viagem. Eles variam conforme o objetivo do deslocamento. Entre os principais, estão:
Receita direta gerada
É o valor efetivamente produzido pela viagem: contratos assinados, vendas fechadas, projetos aprovados que podem ser atribuídos diretamente às reuniões realizadas durante o deslocamento. É o indicador mais direto de ROI em viagens comerciais.
Pesquisa da Accor realizada em 2024 com 9.000 profissionais globais mostrou que 81% dos entrevistados acreditam que fechariam 37% mais negócios se todas as reuniões importantes fossem conduzidas presencialmente e que uma reunião presencial tem o peso equivalente a três interações virtuais. No contexto pós-pandemia, em que o contato presencial tornou-se mais seletivo e intencional, esse diferencial só ganhou valor estratégico.
Valor do pipeline influenciado
Representa a soma das oportunidades criadas ou movimentadas no funil de vendas em decorrência da viagem. Não é receita realizada, mas é um indicador do potencial financeiro gerado pelas visitas. É útil especialmente para ciclos de venda mais longos, em que o resultado financeiro aparece meses depois do deslocamento.
Receita preservada
Mede o valor financeiro mantido graças a viagens de retenção: resolução de problemas críticos, renegociação de contratos, visitas de relacionamento que evitam o cancelamento de uma conta estratégica. Em carteiras com alto ticket médio, uma única viagem de retenção pode representar um retorno muito maior do que qualquer custo de deslocamento.
KPIs de custo
Os indicadores de custo medem o que foi investido na viagem. Eles precisam ser calculados com precisão para que o denominador do ROI seja confiável. Alguns dos mais importantes são:
Custo Total da Viagem (CTV)
Inclui todos os gastos diretos: passagens aéreas e terrestres, hospedagem, alimentação, transporte local, taxas e reembolsos. Qualquer despesa relacionada ao deslocamento deve entrar nesse cálculo. Empresas que não consolidam todos esses itens subestimam o custo real da viagem e distorcem o cálculo de retorno.
Tempo produtivo investido
Mede quantas horas do colaborador foram dedicadas à viagem, incluindo deslocamento, reuniões, esperas e atividades relacionadas. Esse indicador ajuda a avaliar se o tempo investido foi proporcional aos resultados obtidos. Uma viagem com alto CTV e baixa carga de reuniões estratégicas pode ter um ROI muito menor do que os números financeiros sugerem.
Como calcular o ROI de viagens corporativas
Transformar indicadores em cálculo de ROI exige um processo estruturado, pois não basta somar custos e comparar com receita. Em vez disso, é preciso definir o objetivo antes da viagem, consolidar todos os gastos com viagens, selecionar os indicadores adequados e aplicar a fórmula corretamente.
Confira o passo a passo!
- Defina o objetivo da viagem antes da aprovação
O ROI só pode ser medido quando existe um objetivo previamente definido e acordado. Como você viu, uma viagem comercial deve ser avaliada por métricas diferentes de uma viagem para treinamento, implantação técnica ou auditoria de fornecedor. Sem essa definição prévia, é impossível saber se a viagem entregou o que deveria.
A boa prática é vincular a aprovação da viagem à declaração do objetivo e dos indicadores que serão usados para medir o resultado. Isso muda o processo de aprovação: em vez de validar apenas o custo, o gestor também valida a expectativa de retorno.
Levante todos os custos envolvidos
O Custo Total da Viagem (CTV) deve incluir passagens, hospedagem, alimentação, transporte local, taxas e todos os reembolsos relacionados.
Para viagens com múltiplos deslocamentos, o ideal é centralizar todos os gastos em um único fluxo, evitando que despesas fiquem dispersas em diferentes meios de pagamento e dificultem a consolidação posterior.
Escolha os indicadores que serão considerados
A seleção de KPIs deve seguir o objetivo da viagem:
- Viagem comercial: receita direta gerada, pipeline influenciado, número de reuniões realizadas, contratos em negociação após o retorno;
- Viagem de retenção: receita preservada, NPS do cliente após a visita, prazo de renovação de contrato;
- Viagem de implantação ou treinamento: tempo de projeto economizado, redução de chamados de suporte, taxa de adoção da solução pelo cliente;
- Viagem para eventos: número de leads qualificados, parcerias iniciadas, visibilidade de marca.
Utilize a fórmula do ROI
Após definir os objetivos e indicadores, a fórmula básica para calcular o ROI de viagens corporativas é:
ROI (%) = [(Retorno gerado – Custo Total da Viagem) / Custo Total da Viagem] × 100
Vamos a um exemplo prático.
Um executivo comercial viaja para visitar três clientes durante dois dias. O Custo Total da Viagem é de R$ 4.200 (passagem, hospedagem, alimentação e transporte). Durante as visitas, ele fecha um contrato no valor de R$ 28.000 e avança em uma negociação que entra no pipeline por R$ 15.000.
Considerando apenas a receita realizada:
- Retorno: R$ 28.000
- Custo: R$ 4.200
- ROI = [(28.000 – 4.200) / 4.200] × 100 = 566%
Se considerarmos o pipeline influenciado como parte do retorno potencial, o resultado é ainda mais expressivo. O ponto principal é que, sem o objetivo definido e o custo consolidado, esse cálculo simplesmente não existiria.
[Download gratuito] Calculando o ROI na base do improviso? Baixe o Planejador de Orçamento de Viagem Corporativa e estruture os custos de cada deslocamento antes da aprovação.
Onde as empresas costumam perder ROI nas viagens?
Um ROI baixo raramente significa que as viagens não têm valor. Na maioria dos casos, significa que existem falhas de gestão que reduzem o retorno de cada deslocamento. Assim, identificar esses pontos é tão importante quanto aprender a calcular os indicadores.
Entenda onde é comum perder ROI nas viagens corporativas.
Reservas feitas fora da política
Quando colaboradores reservam fora dos canais e das regras definidas pela empresa, o custo médio da viagem sobe. Tarifas mais altas, hotéis fora dos acordos negociados e passagens compradas sem antecedência elevam o CTV sem aumentar o retorno. O resultado é um ROI menor do que a viagem poderia entregar.
Compras de última hora
A antecedência na compra de passagens e hospedagem tem impacto direto no custo da viagem. Reservas emergenciais chegam a custar o dobro ou mais das tarifas planejadas. Nesse sentido, políticas que exigem aprovação prévia com prazo mínimo de antecedência ajudam a reduzir esse desperdício sistematicamente.
Falta de planejamento
Viagens sem objetivo claro, sem reuniões definidas ou com itinerários mal organizados tendem a ter baixo retorno. O colaborador viaja, realiza poucas interações estratégicas e volta sem resultados mensuráveis. Esse é um dos tipos de deslocamento que mais prejudica o ROI de viagens corporativas da empresa.
Processos lentos e manuais
O custo de gerenciar despesas de forma manual é maior do que parece. Um estudo da GBTA Foundation em parceria com a HRS aponta que 19% das prestações de contas de despesas manuais contêm erros.
O custo médio de processar manualmente um único relatório sem erros é de US$ 58, exigindo 20 minutos de trabalho. Quando há erros, a correção adiciona mais US$ 52 e 18 minutos extras por relatório.
Para empresas com alto volume de viagens, esse custo invisível de retrabalho consome recursos que poderiam ser direcionados para atividades estratégicas.
[Kit prático] Sofrendo com comprovantes de papel acumulados e erros no fechamento? Utilize o modelo de Relatório de Despesas de Viagens (RDV) para padronizar e simplificar a prestação de contas dos colaboradores.
Falta de acompanhamento após a viagem
O trabalho de ROI não termina quando o colaborador volta. É no acompanhamento pós-viagem que se verifica se os objetivos foram atingidos, se os leads gerados avançaram no funil, se os problemas foram resolvidos. Sem esse fechamento, a empresa perde a chance de aprender com cada deslocamento e de melhorar a gestão ao longo do tempo.
Como aumentar o ROI das viagens corporativas
Elevar o retorno das viagens não depende necessariamente de aumentar o orçamento. Em vez disso, depende de melhorar os processos que determinam como esse orçamento é utilizado e como os resultados são acompanhados.
Veja dicas para colocar em prática!
Criar uma política de viagens eficiente
Uma política de viagens corporativas bem construída define regras claras para a aprovação, como:
- período mínimo de antecedência;
- tetos por categoria de despesa;
- critérios de classe para voos;
- condições para hospedagem.
Ela reduz subjetividade nas aprovações e elimina o espaço para exceções desnecessárias. O estudo “Cenário de Despesas Corporativas 2025” da VExpenses, inclusive, mostra que 66% das empresas brasileiras adotam uma política única de valores para todos os colaboradores, independentemente do cargo, simplificando a operação e garantindo consistência.
No geral, uma política desatualizada é tão prejudicial quanto a ausência de política. Regras que não refletem a realidade de preços do mercado geram exceções constantes e decisões inconsistentes.
[Gerador automático] Acesse o Gerador de Política de Viagens para estruturar regras sob medida para a sua empresa e estabelecer limites que protejam o orçamento contra desperdícios.
Centralizar reservas e despesas
Operar com sistemas separados para reservas, despesas, cartões e reembolsos gera retrabalho e perda de visibilidade. É por isso que, cada vez mais, o mercado tem mostrado interesse em ter mais rastreabilidade e controle.
O “Cenário de Despesas Corporativas no Brasil 2025” registrou uma inversão histórica no mercado brasileiro: despesas com cartões corporativos ultrapassaram as de reembolso pela primeira vez, saltando de 26% para 51% de representatividade em cinco anos.
Essa migração reflete uma mudança de modelo: empresas que centralizam o pagamento em cartões corporativos ganham visibilidade em tempo real sobre os gastos, sem depender da prestação de contas posterior.

Automatizar aprovações
Fluxos de aprovação baseados em e-mail ou mensagem criam gargalos e aumentam o risco de decisões inconsistentes. Aprovações automatizadas garantem que cada solicitação chegue ao responsável correto, com o contexto necessário, dentro do prazo adequado.
O aprovador então visualiza o histórico de busca do colaborador, o termômetro de preço e as opções disponíveis no momento da reserva, o que torna a decisão mais rápida e mais fundamentada.
Utilizar dados para negociar com fornecedores
Empresas que consolidam dados de viagens de forma estruturada têm mais poder de negociação com companhias aéreas, redes hoteleiras e locadoras de veículos. Histórico de volume, rotas mais utilizadas, ticket médio por categoria e taxa de cancelamento são informações que sustentam acordos mais vantajosos. Sem dados centralizados, essa negociação fica restrita a estimativas e impressões.
Monitorar indicadores continuamente
O monitoramento contínuo permite identificar desvios antes que eles se tornem problemas. Taxa de adesão à política, custo médio por viagem, economia gerada por reservas antecipadas e tempo médio de aprovação são indicadores que, quando acompanhados regularmente, revelam onde a operação pode melhorar.
Como a tecnologia ajuda a maximizar o ROI das viagens corporativas
Plataformas integradas de gestão de viagens corporativas eliminam os controles paralelos, facilitam auditorias e consolidam os indicadores necessários para acompanhar o retorno de cada deslocamento. A principal contribuição da tecnologia não é apenas automatizar tarefas operacionais e, sim, gerar dados confiáveis que permitam medir, comparar e otimizar o ROI continuamente.
A realidade de muitas empresas, no entanto, ainda é marcada por processos analógicos e descentralizados. É comum ver equipes financeiras que lidam com colaboradores acumulando comprovantes físicos e preenchendo planilhas de Excel que quebram a cada edição, enquanto o time de controladoria perde dias inteiros auditando documentos manualmente e cruzando dados de fontes dispersas.
Esse cenário compromete tanto a eficiência da operação quanto a qualidade dos dados necessários para calcular o ROI.
Visibilidade de ponta a ponta
Uma plataforma integrada conecta reserva, pagamento, comprovante e despesa em um único fluxo. O gestor acompanha em tempo real o status de cada viagem, o valor aprovado, o que foi emitido e o que está pendente de conciliação. Essa visibilidade elimina a dependência de planilhas e permite tomar decisões mais rápidas.
Dados centralizados para análise
Com todos os dados de viagens e despesas em um único ambiente, a empresa consegue identificar padrões, comparar custos por rota, por colaborador ou por centro de custo, e avaliar a conformidade com a política. Esses dados são o insumo necessário para calcular o ROI de viagens corporativas com precisão e para ajustar políticas com base em evidências.
Automação da gestão de viagens
Funcionalidades como busca de passagens e hotéis com validação automática de política, fluxo de aprovação parametrizável, pagamento centralizado e conciliação automática reduzem o tempo gasto no processo e eliminam pontos de erro manual.
O VExpenses Viagens, por exemplo, oferece um termômetro de preço que mostra ao aprovador se a escolha do colaborador foi a mais econômica disponível no momento da busca. Isso adiciona contexto à aprovação e reduz reservas desnecessariamente caras.
Os dados da própria base de clientes VExpenses mostram os resultados dessa automação: 88% de redução no tempo gasto no processo, 98% de redução de fraudes e erros e 11% de redução no valor total das despesas.
Relatórios para justificar investimentos
Relatórios consolidados de viagens e despesas permitem que o gestor apresente tanto a quantia gasta quanto o retorno gerado. Com dados estruturados e histórico de deslocamentos, é possível construir argumentos sólidos para defender o orçamento de viagens e demonstrar o valor estratégico dos deslocamentos para o negócio.
Conclusão
Medir o ROI de viagens corporativas deixou de ser uma prática exclusiva de grandes empresas com equipes dedicadas a business intelligence. Essa é uma necessidade para qualquer organização que busca eficiência financeira e quer defender seu orçamento de viagens com dados concretos.
O processo começa antes da viagem, com a definição de objetivos claros e os indicadores que serão utilizados para avaliar o resultado. Continua durante o deslocamento, com uma gestão integrada que centraliza reservas, pagamentos e despesas. E se completa no acompanhamento pós-viagem, quando os resultados são apurados e registrados.
Empresas que combinam processos bem definidos, indicadores consistentes e tecnologia integrada deixam de enxergar viagens como um centro de custo e passam a tratá-las como um investimento estratégico. Esse é o movimento que transforma a gestão de viagens corporativas em uma alavanca real de crescimento.
O VExpenses Viagens centraliza todo esse processo em uma única plataforma, indo desde a busca e aprovação de reservas com validação de política até a conciliação automática de despesas e a geração de relatórios para análise de retorno.
Conheça o VExpenses Viagens e veja como sua empresa pode medir e maximizar o ROI de cada deslocamento.







