As tendências de viagens corporativas 2027 representam o conjunto de direções estratégicas voltadas para a maturidade na gestão de mobilidade empresarial, focadas na adoção de inteligência artificial, controle pré-gasto rigoroso e no rastreamento contínuo de ROI.
As tendências de viagens corporativas 2027 mostram que as empresas entraram em uma nova fase de maturidade. O objetivo já não é retomar o volume de deslocamentos pré-pandemia. A prioridade, agora, é garantir que cada viagem gere resultado mensurável para o negócio.
Empresas de todos os portes reconhecem o valor do contato presencial para fechar negócios, fortalecer relações comerciais e acelerar projetos. Ao mesmo tempo, CFOs e gestores financeiros passaram a exigir mais clareza sobre o retorno de cada deslocamento. Mais do que acompanhar tendências, entender esse novo cenário será essencial para controlar custos, reduzir riscos e tomar decisões melhores.
Continue a leitura e veja o que esperar sobre as viagens corporativas!
Para levar em conta
- Avaliar o retorno antes do deslocamento garante que recursos corporativos sejam investidos em ações que gerem benefícios reais ao negócio.
- Validar despesas antes da reserva reduz desvios das políticas internas, aumenta o compliance e traz mais previsibilidade orçamentária ao time financeiro.
- A automação da auditoria de relatórios elimina tarefas repetitivas e burocráticas, liberando o time para atuar de forma mais analítica.
- Unificar reservas e prestação de contas em uma única plataforma elimina a necessidade de planilhas manuais e otimiza a rotina.
- Manter regras de diárias e quilometragem alinhadas ao mercado evita custos desnecessários e ruídos na comunicação interna com colaboradores.
O outlook das viagens corporativas para 2026 e 2027
Para compreender as tendências de viagens corporativas 2027, é preciso olhar primeiro para o cenário atual. O mercado global de business travel já consolidou sua recuperação após a pandemia iniciada em 2020.
Em 2024, os gastos corporativos com viagens ultrapassaram o patamar pré-pandemia de US$ 1,4 trilhão. Para 2026, as projeções apontam um volume entre US$ 1,62 trilhão e US$ 1,7 trilhão. A expectativa para 2027 é de que o mercado alcance aproximadamente US$ 2,09 trilhão, segundo a The Insight Partners.
Esses números revelam um crescimento consistente, com taxas anuais entre 5% e 12%. Regiões como América Latina, Oriente Médio e Ásia-Pacífico estão entre os principais motores desse avanço.
No entanto, o aumento dos investimentos não significa liberdade orçamentária. De acordo com pesquisa da GBTA publicada no início de 2026, profissionais da área sinalizam confiança mais forte no mercado, mas também restrição crescente. A expansão do setor acontece lado a lado com maior responsabilidade financeira. Ou seja, as organizações investem mais em viagens, mas cobram retorno proporcional.
Desse modo, o corporate travel outlook para os próximos anos sinaliza três movimentos simultâneos:
- crescimento estável dos gastos globais;
- aumento da exigência por dados e justificativas para cada viagem;
- consolidação de novas ferramentas de controle, automação e governança.
Na prática, isso significa que gestores financeiros não estão apenas aprovando orçamentos. Estão participando da decisão estratégica antes de cada viagem acontecer.
O novo desafio é justificar cada viagem
As empresas continuam viajando porque entendem que encontros presenciais geram negócios. Reuniões com clientes, visitas a operações e participação em eventos seguem sendo consideradas alavancas de receita e relacionamento.
Porém, o orçamento está cada vez mais criterioso e cada deslocamento precisa entregar retorno mensurável. Viagens concorrem diretamente com reuniões virtuais, que são mais baratas e rápidas. Essa comparação obriga as equipes a demonstrar por que o deslocamento físico gera mais valor do que uma chamada de vídeo.
É nesse contexto que o conceito de ROI em viagens corporativas ganha protagonismo. Ele deixa de ser uma métrica genérica e passa a orientar aprovações, políticas e decisões de investimento.
A Morgan Stanley destaca, em sua análise de corporate travel trends, que empresas estão vinculando cada deslocamento a indicadores claros, como:
- receita gerada;
- contratos fechados;
- relacionamentos fortalecidos;
- projetos acelerados.
Essa mudança de mentalidade exige uma estrutura de gestão de viagens corporativas mais sofisticada, capaz de conectar dados financeiros a resultados de negócio.
As principais tendências das viagens corporativas para 2027
As tendências de viagens corporativas 2027 não são movimentos isolados. Todas surgem da mesma necessidade: aumentar a previsibilidade, reduzir riscos e tomar decisões melhores com base em dados.
A seguir, confira cada uma das tendências que vão redefinir a gestão inteligente de viagens corporativas nos próximos anos.
IA deixa de ser promessa e entra na operação
A inteligência artificial já não é um diferencial e está se tornando infraestrutura de gestão. Segundo pesquisa da IDC comissionada pela Microsoft Brasil (2026), 88% dos executivos brasileiros acreditam que a IA será o principal motor de competitividade até 2030. As empresas reportam ganhos médios de 24,5% associados a iniciativas de IA, com destaque para eficiência de processos (27,7%) e redução de riscos (26,9%).
Na gestão de viagens, a aplicação é direta. A IA elimina tarefas repetitivas como classificação de despesas, auditoria de comprovantes e conciliação de pagamentos. Também automatiza decisões operacionais, como validação de políticas, alertas de preço e detecção de inconsistências em relatórios.
A economia gerada é tangível. Empresas que automatizam a auditoria de despesas com IA reduzem em até 88% o tempo gasto no processo, segundo dados da própria base de clientes VExpenses.
Além disso, a IA melhora a experiência do colaborador, já que no lugar de preencher planilhas ou juntar comprovantes manualmente, o viajante registra despesas com poucos toques no celular.
Nesse sentido, o estudo Cenário de Despesas Corporativas no Brasil 2025, da VExpenses, mostra que 5,9% das empresas já registraram algum gasto com ferramentas de IA em 2025, ante praticamente 0% em 2022. Esse número tende a crescer significativamente nos próximos anos.

Controle pré-gasto ganha protagonismo
O controle pré-gasto é uma das business travel trends mais relevantes para 2027. Controlar uma despesa depois que ela aconteceu já não atende às necessidades das empresas. Dessa maneira, a lógica mudou: o controle precisa ocorrer antes do gasto.
Políticas automatizadas, aprovações inteligentes e regras pré-definidas evitam desperdícios antes da compra. Quando um colaborador busca uma passagem aérea ou reserva um hotel, o sistema deve validar automaticamente se a escolha está dentro da política da empresa. Se o valor ultrapassa o teto definido, o colaborador precisa justificar e o aprovador recebe contexto suficiente para decidir com segurança.
Esse modelo aumenta a previsibilidade financeira e reduz exceções. O estudo da VExpenses revela que 66% das empresas no Brasil já adotam uma política de valores única para todos os colaboradores, o que simplifica a operação e fortalece a governança.
O controle pré-gasto também se conecta com a gestão de meios de pagamento. Os dados do Cenário de Despesas Corporativas mostram uma inversão histórica: despesas com cartão corporativo ultrapassaram as de reembolso pela primeira vez, saindo de 26% para 51% de representatividade em cinco anos. Essa migração permite que a empresa tenha visibilidade em tempo real sobre os gastos, sem depender da prestação de contas posterior.
ROI passa a orientar as decisões de viagem
Entre as tendências de viagens corporativas 2027, a mensuração de ROI é uma das que mais transforma a rotina do gestor financeiro.
O ROI em viagens corporativas deixou de significar apenas “gastar menos”. Em vez disso, as empresas cada vez mais avaliam um conjunto mais amplo de indicadores para justificar cada deslocamento:
- Geração de receita: a viagem resultou em fechamento de contrato ou expansão de conta?
- Fortalecimento de relacionamento comercial: o encontro presencial gerou avanço em negociações que estavam paradas?
- Produtividade: a viagem acelerou entregas ou resolveu problemas que não avançavam por canais virtuais?
- Aceleração de projetos: kickoffs, treinamentos e implantações presenciais costumam reduzir prazos?
- Impacto estratégico: a presença em eventos posicionou a empresa de forma competitiva?
A GBTA enfatiza que essa evolução na forma de medir resultados é um dos pilares do business travel outlook para os próximos anos. Gestores financeiros que adotam essa visão conseguem defender orçamentos com mais segurança, porque apresentam dados concretos, em vez de suposições.
Duty of care e gestão de riscos ganham força
As tendências de viagens corporativas 2027 também colocam a gestão de riscos em posição central. A proteção do colaborador e a capacidade da empresa de reagir a imprevistos caminham juntas. Cancelamentos, mudanças climáticas, conflitos geopolíticos e alterações regulatórias são riscos constantes para quem gerencia deslocamentos internacionais.
A GBTA aponta a instabilidade geopolítica como uma das maiores preocupações dos profissionais do setor em 2026 e 2027. Portanto, as empresas precisam de dados centralizados para reagir com rapidez: saber onde cada colaborador está, reagendar voos, cancelar hospedagens e ajustar itinerários sem depender de processos manuais.
O Duty of Care (dever de cuidado) também avança como requisito regulatório. Organizações que não demonstram responsabilidade com a segurança dos viajantes enfrentam riscos jurídicos e reputacionais.
Assim, ter uma plataforma que centraliza informações de viagem e permite ações imediatas faz diferença tanto na proteção do colaborador quanto na governança da empresa.
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Sustentabilidade deixa de ser discurso
A sustentabilidade também passa a ser tratada como indicador corporativo. As tendências de viagens corporativas 2027 reforçam que medir emissões, justificar deslocamentos e incorporar critérios ambientais às políticas de viagens corporativas são exigências práticas cada vez mais comuns.
Métricas ESG, relatórios de pegada de carbono e critérios de escolha sustentável (como optar por voos diretos ou hotéis com certificação ambiental) estão entrando nas políticas corporativas. A FCM Travel, em seu relatório de corporate travel trends para 2026, aponta que mandatos de sustentabilidade estão se tornando pré-requisitos em programas de viagem.
Empresas precisam prestar contas sobre o impacto ambiental de seus deslocamentos. Dessa maneira, plataformas que rastreiam automaticamente a taxa de emissão de CO₂ por viagem ajudam a transformar essa exigência em dado acionável, sem adicionar trabalho manual.
Experiência do viajante continua sendo prioridade
As tendências de viagens corporativas 2027 reforçam que a experiência do viajante é um fator decisivo para o sucesso da política interna.
No entanto, uma boa experiência não significa oferecer viagens mais caras. O objetivo, na verdade, é reduzir atritos, automatizar processos e facilitar o cumprimento da política da empresa. Quanto menor a burocracia para reservar, prestar contas e receber reembolsos, maior tende a ser a adesão às regras internas.
Nesse cenário, a FCM Travel destaca que o bem-estar do viajante está se consolidando como KPI corporativo. Colaboradores que enfrentam processos burocráticos tendem a buscar atalhos, o que gera mais exceções, menos compliance e custos ocultos.
Uma gestão integrada de viagens corporativas resolve isso ao unificar busca, reserva, aprovação, pagamento e prestação de contas em um único fluxo. O resultado é menos retrabalho para todos os envolvidos.
O que essas tendências significam para o financeiro?
As tendências de viagens corporativas 2027 apresentadas convergem para um mesmo ponto: o financeiro deixa de atuar apenas na conferência de despesas e passa a participar da decisão antes da viagem acontecer.
Historicamente, a área financeira entrava no processo depois do fato consumado, conferindo relatórios, auditando comprovantes e processando reembolsos. Agora, a participação começa na definição das políticas, na configuração dos fluxos de aprovação e no acompanhamento de indicadores em tempo real.
Com previsibilidade, dados centralizados e integração entre viagens e despesas, o financeiro se torna uma área ainda mais estratégica. Em vez de apagar incêndios no fechamento do mês, o time consegue:
- antecipar desvios orçamentários com base em dados de aprovações em andamento;
- identificar padrões de gasto por centro de custo, projeto ou colaborador;
- ajustar políticas com base em evidências e não em suposições;
- participar de decisões de investimento em viagens com dados concretos.
Essa mudança de papel exige ferramentas que conectem viagens, despesas, pagamentos e dados financeiros em uma visão única. Sem essa integração, o financeiro continua operando de forma reativa.
Leia também: Travel and Expense Management Software: como escolher a melhor plataforma
Como preparar sua empresa para 2027
As tendências de viagens corporativas 2027 indicam que a preparação começa agora. Dessa forma, é possível se antecipar aos desafios e aproveitar melhor as oportunidades do cenário, conforme elas se consolidarem.
As recomendações a seguir são aplicáveis independentemente do porte da empresa. Confira!
Atualize sua política de viagens
Uma política de viagens corporativas defasada gera exceções desnecessárias. Por isso, revise regras para os viajantes, como:
- antecedência para reservas;
- tetos por categoria de despesa;
- critérios de classe para voos;
- condições para hospedagem.
A política precisa refletir a realidade atual do mercado, incluindo valores de diárias, combustível e transporte. No geral, definir regras claras e atualizadas reduz a subjetividade na hora da aprovação.
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Automatize aprovações
Fluxos de aprovação manuais, baseados em e-mails ou mensagens, criam gargalos e aumentam o risco de decisões inconsistentes. Automatizar o fluxo garante que cada solicitação chegue ao aprovador certo, com o contexto necessário, dentro do prazo adequado.
Aprovações inteligentes consideram políticas, alçadas de valor e histórico do viajante. O aprovador recebe alertas sobre desvios e pode comparar a escolha do colaborador com opções mais econômicas disponíveis.
Centralize viagens e despesas
Operar com sistemas separados para a gestão de despesas, cartões, viagens e reembolsos gera retrabalho e perda de visibilidade. Centralizar tudo em uma única plataforma elimina conferências manuais e reduz o tempo entre a viagem e o fechamento financeiro.
Os dados do Cenário de Despesas Corporativas no Brasil 2025 indicam que 47% das empresas já operam com duas formas de pagamento combinadas. A tendência é simplificar ainda mais, concentrando pagamentos em um único meio integrado à gestão de despesas.
Acompanhe indicadores de ROI
Definir e acompanhar métricas de retorno para cada viagem é o que diferencia uma gestão operacional de uma gestão inteligente de viagens corporativas. Logo, vale a pena implementar indicadores como custo médio por viagem, taxa de adesão à política, economia gerada por aprovações inteligentes e relação entre viagens realizadas e receita gerada.
Esses dados permitem justificar orçamentos, identificar oportunidades de economia e tomar decisões mais embasadas.
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Use IA para apoiar decisões
Classificação automática de despesas, detecção de duplicidades, alertas de itens fora da política e conciliação automática de pagamentos são aplicações práticas da IA que já estão disponíveis. Aproveitar essas funções permite obter informações que tornam a decisão mais rápida e precisa.
Segundo a pesquisa da IDC/Microsoft, 51% das empresas brasileiras pretendem escalar iniciativas de IA nos próximos dois anos. Para a gestão de viagens, isso significa menos tempo em tarefas operacionais e mais tempo para análise e estratégia.
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A tecnologia será o diferencial competitivo da gestão de viagens
Diante das tendências de viagens corporativas 2027, a tecnologia deixa de ser um suporte e passa a ser um diferencial competitivo. Plataformas integradas de gestão de viagens corporativas reduzem retrabalho, eliminam sistemas isolados e criam uma visão única da jornada da viagem, da aprovação ao fechamento financeiro.
Em vez de operar com uma ferramenta para reservas, outra para despesas, outra para cartões e mais uma para relatórios, a empresa consolida tudo em um único ambiente. Essa integração impacta diretamente a eficiência:
- menos tempo no processo;
- menos erros na conciliação;
- menos risco de fraude;
- mais dados para tomada de decisão.
Assim, quando viagens, despesas e pagamentos conversam entre si, o financeiro ganha previsibilidade e o colaborador ganha praticidade.
A VExpenses oferece exatamente esse modelo. Como solução all-in-one para gestão de despesas e viagens corporativas, oferecemos diferenciais como:
- centralização da busca de passagens e hotéis;
- fluxo de aprovação com políticas configuráveis;
- cartões corporativos com saldo definido, conciliação automática;
- auditoria com IA exclusiva;
- integração com os principais ERPs do mercado
- e mais.
O resultado, comprovado em mais de 6 mil clientes em 9 países, é uma redução de até 88% no tempo gasto no processo e de 98% na ocorrência de fraudes e erros.
Conclusão
As tendências de viagens corporativas 2027 deixam claro que viajar continuará sendo estratégico para os negócios, mas o que muda é a forma de gerenciar cada deslocamento. O sucesso das empresas dependerá menos do volume de viagens e mais da capacidade de planejar, controlar riscos, aprovar gastos antes que aconteçam e demonstrar o retorno gerado por cada viagem realizada.
Contar com uma solução integrada de gestão, como a VExpenses, ajuda seu time a fazer essa transição, conectando viagens, despesas, pagamentos e análise financeira em um único ambiente.
Conheça a VExpenses e veja como transformar a gestão de viagens corporativas da sua empresa!







